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Sesc apresenta mostra Golpe Sul-Americano com exibições gratuitas de filmes

Sesc apresenta mostra Golpe Sul-Americano com exibições gratuitas de filmes
, em 02/03/2015, às 16:50 (atualizado em 01/08/2017, às 09:48)
Fotos: Divulgação

O Sesc Ribeirão Preto apresenta, entre os dias 10 e 31 de março, a mostra “Golpe Sul-Americano”, com exibição de sete filmes, todos gratuitos, sobre a repressão e os regimes militares que tomaram conta da América do Sul entre 1960 e 1980.

Os regimes militares da época foram marcados por censuras e repressões brutais e milhares de pessoas desapareceram, foram torturadas e mortas, sempre com o pretexto de combater a “subversão comunista”. Embora cada país tenha passado por situações diferentes, o terror, o medo e a violência marcaram gerações.

As obras escolhidas para exibição tratam de várias temáticas, entre elas, vida na clandestinidade, espionagem internacional, desaparecimentos, rupturas e resistência. As exibições são gratuitas e serão realizadas no Galpão de Eventos. A retirada dos ingressos deve ser feita uma hora antes de casa exibição, na bilheteria local.

Nos dias 10, 17, 24 e 31 de março, às terças, os filmes serão exibidos às 19h. Já nos dias 15, 22 e 29/3, aos domingos, as exibições estão marcadas às 15h.

Confira as sinopses e programação completa:

10/03 (terça), às 19h: "Infância Clandestina"
Direção: Benjamín Avila (Espanha/Argentina/Brasil, 2011). Indicação: 14 anos

Argentina, 1979. Da mesma forma que seu pai, sua mãe e seu querido tio Beto, Juan leva uma vida clandestina. Fora do berço familiar ele é conhecido por outro nome, Ernesto, e precisa manter as aparências pelo bem da família, que luta contra a ditadura militar que governa o país. Tudo corre bem, até ele se apaixonar por Maria, uma colega de escola. Representante da Argentina para a disputa do Oscar 2013 de melhor filme estrangeiro.

15/03 (domingo), às 15h: "Hoje"
Direção: Tatá Amaral (Brasil, 2013). Indicação: 12 anos

Vera é uma ex-militante que recebe uma indenização do estado brasileiro pelo desaparecimento do seu marido, vítima da ditadura militar. Com o dinheiro, ela consegue comprar um apartamento próprio e ser reconhecida como viúva. No dia da mudança, recebe uma visita inesperada que altera a sua vida.

17/03 (terça), às 19h: "O dia que durou 21 anos"
Direção e roteiro: Camilo Tavares (Brasil, 2012). Indicação: 12 anos

O documentário mostra a influência dos Estados Unidos no Golpe de 1964. A ação militar que deu início à ditadura contou com a participação da CIA e a Casa Branca. O filme mostra como John F. Kennedy e Lyndon Johnson se organizaram para tirar o presidente João Goulart do poder e apoiar o governo do marechal Castelo Branco.

22/03 (domingo), às 15h: "A memória que me contam"
Direção: Lúcia Murat (Brasil, 2012). Indicação: 14 anos

Um drama irônico sobre utopias derrotadas, terrorismo, comportamento sexual e a construção de um mito. Um grupo de amigos, que resistiu à ditadura militar, acompanhados de seus filhos, vai enfrentar o conflito entre o cotidiano de hoje e o do passado quando um deles está morrendo.

24/03 (terça), às 19h: "Cidadão Boilesen"
Direção: Chaim Litewshi (Brasil, 2009). Indicação: 12 anos

Através da surpreendente vida do ex-presidente da Ultragaz, Henning Boilesen, assassinado pela guerrilha em 1971, o documentário revela a ligação política e econômica entre civis e militares no combate à luta armada. Com dezenas de entrevistados, vasto material iconográfico e documentos até então secretos.

29/03 (domingo), às 15h: "Cara ou coroa"
Direção: Ugo Giogetti (Brasil, 2012). Indicação: 12 anos

João Pedro é um diretor que está muito atarefado com os ensaios para uma nova peça. Nas suas folgas ele recebe a visita de um integrante do Partido Comunista, que não compreende as opções estéticas e políticas da peça, parcialmente financiada pelo partido. Paralelamente, Getúlio e a namorada Lilian, ambos idealistas, decidem colaborar com a resistência à ditadura , abrigando dois fugitivos. Eles decidem escondê-los na casa do avô de Lilian, um militar da reserva.

31/03 (terça), às 19h): "No"
Direção: Pablo Larraín (Chile/EUA, 2012). Indicação: 14 anos

Chile, 1988. Pressionado pela comunidade internacional, o ditador Pinochet aceita realizar um plebiscito para definir sua continuidade ou não no poder. Acreditando que esta seja uma oportunidade única de por fim à ditadura, os líderes do governo resolvem contratar René Saavedra para coordenar a campanha contra a manutenção de Pinochet. Sob a constante observação dos agentes do governo, Saavedra consegue criar uma ação consistente que ajuda o país a se ver livre da opressão governamental.

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